Amazon vai financiar viagens para funcionárias que quiserem abortar Funcionários da Amazon terão viagens médicas custeadas pela empresa nos Estados Unidos. Até aí, uma ótima notícia para os americanos, o problema é que entre os procedimentos médicos está o aborto. Cristãos em todo o mundo ameaçam um grande boicote à gigante do e-commerce de Jeff Bezos, o segundo homem mais rico do mundo.

A empresa informou que vai pagar 4 mil dólares, cerca de 20 mil reais, por ano, em despesas de viagens médicas para os seus empregados. Além disso, serão disponibilizados o equivalente a 50 mil reais para tratamentos urgentes com risco de morte.

Nas redes sociais, clientes ficaram insatisfeitos ao saber que poderão financiar viagens para abortos. O pastor Renato Vargens deixou um alerta em seu Instagram:

“Ao ler essa terrível notícia lembrei da Bíblia que diz que seis coisas o Senhor aborrece, dentre estas, o coração que trama projetos iníquos, bem como pés que se apressam a correr para o mal (Provérbios 6:18)”.

A big tech não foi a primeira empresa a fazer isso. Desde setembro do ano passado, quando o Texas aprovou uma das leis mais restritivas sobre aborto nos EUA, as companhias Citigroup, Yelp, Uber, Lyft, Salesforce, Bumble e Match Group passaram a oferecer recursos para garantir que suas trabalhadoras tenham acesso ao aborto.

Prejuízos
Após a Amazon aumentar o preço de seu serviço de assinatura no exterior, chegou a vez do Brasil. A gigante do e-commerce anunciou na terça-feira (03) que, a partir do dia 20 de maio, o Amazon Prime irá de R$ 9,90 para R$ 14,90 mensais.


A empresa de Jeff Bezos teve de pagar salários maiores e bônus para atrair trabalhadores em meio a uma oferta restrita de mão de obra.

Na última semana, a Amazon anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano e mostrou um prejuízo líquido de US$ 3,8 bilhões e o menor crescimento de vendas desde 2001.

Após a divulgação, as ações da empresa caíram 14% na sexta-feira (29), e o fundador Bezos perdeu cerca de US$ 20,5 bilhões de sua fortuna, ficando com um patrimônio líquido de aproximadamente US$ 148,4 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index.