Pastor e músico Gerson Borges critica forma do cristão brasileiro lidar com liberdade religiosa

No dia em que se comemora os 465 anos do primeiro culto protestante no Brasil, o pastor e músico  Gerson Borges faz uma análise do que o cristão brasileiro, livre da perseguição religiosa, tem feito da sua liberdade em seguir a Jesus, cultuar, testemunhar e se reunir com outros cristãos. 

Para ele, que é parceiro da organização Portas Abertas e esteve com cristãos perseguidos na Ásia Central, o que o cristão brasileiro faz com sua liberdade religiosa beira o "descaso, desprezo e banalização".

Gerson viu e sentiu o que é ser cristão perseguido, ao participar de cultos domésticos que simulam encontros casuais entre vizinhos - a única forma que os cristãos encontraram para se reunir e adorar a Deus. 

O artigo completo "O que estamos fazendo com a nossa liberdade?" pode ser lido no site da Portas Abertas. 

Na foto ao lado, de Portas Abertas, uma igreja doméstica da Ásia Central aparece reunida em volta de uma mesa farta. É a única forma que os cristãos desses países podem se encontrar para louvar a Deus: simulando cafés, chás, comemorações.