Deltan Dallagnol critica pastor apontado pela Folha de S. Paulo como aliado de Lula O ex-procurador da República, Deltan Dallagnol, fez duras críticas em suas redes sociais ao pastor, apontado pelo jornal Folha de São Paulo, como “escolhido por Lula para aproximar PT dos evangélicos”. A reportagem diz que o Líder religioso, Paulo Marcelo Schallenberger chamou a primeira-dama Michelle Bolsonaro de "pastinha' e afirmou que a igreja prega como medieval.

Pré-candidato a deputado federal pelo Podemos, Dallagnol pontuou sua revolta contra Schallenberger:


1. Chamar a primeira-dama de "pastinha" sugere menosprezo a um trabalho que é digno e um desrespeito ao trabalhador e às mulheres brasileiras. Essa ideia não representa certamente a visão cristã de amor e respeito às pessoas.



2. Chamar a igreja de medieval revela preconceito e arrogância típicos de parte da esquerda em relação aos cristãos. É a visão que leva à invasão da missa, xingando fiéis inocentes de "fascistas", e ao desrespeito de direitos humanos básicos de culto e de liberdade religiosa.



3. Defender valores tradicionais ou conservadores e ter uma fé é um direito básico que jamais deveria ser estigmatizado como obscurantismo, negação da ciência ou fascismo. A vergonha está sobre quem assim faz.



4. A igreja contribui muito para a sociedade por meio do cuidado espiritual, emocional, social e pelo fortalecimento do tecido social. De fato: a) religa homem e Deus (espiritual); b) cuida de enlutados, do sofrimento e da restauração de relacionamentos (emocional); c) pratica solidariedade e cuidado com pobres, órfãos e dependentes químicos (social); d) e fortalece o capital social e moral que contribuem para o desenvolvimento de uma nação.

Ex-coordenador da Lava Jato de Curitiba, Deltan Dallagnol vai começar a dar aulas de Direito na UniGuairacá, faculdade particular em Guarapuava/PR.