Australiana testa positivo para Covid e, mesmo assim, é liberada para competir nos Jogos de Inverno

Enquanto o número 1 do Tênis mundial, Novac Djokovic, foi proibido de disputar o Aberto da Austrália por não ter tomado a vacina contra a Covid-19, mesmo com testes negativos para a doença e imunidade natural, Dean Hewitt, a australiana Tahli Gill testou positivo para Covid-19 e foi avisada de que deveria deixar a China ao lado de seu parceiro no curling, Dean Hewitt.

As malas já estavam prontas, mas pouco antes do confronto contra a Suíça, ela foi avisada de que estava liberada para competir porque sua carga viral estava baixa. Na correria, a dupla teve apenas 15 minutos para se apresentar para o duelo. Deu certo: por 9 a 6, garantiu a primeira vitória do país na modalidade em Olimpíadas de Inverno. Mais tarde, ainda alcançou uma vitória histórica contra o poderoso Canadá por 10 a 8 na despedida dos Jogos.

A liberação causou indignação nas redes sociais. Muitos internautas estranharam o fato de uma atleta australiana ser liberada para competir, mesmo infectada. Enquanto Djokovic foi isolado e deportado da Austrália, apesar de estar saudável.

A liberação de Dean Hewitt veio depois que o Sistema de Saúde Pública da China mudou de ideia depois de determinar que os níveis de carga viral em seus testes de PCR caíram em uma faixa aceitável. Gill não apresentava sintomas, e a equipe australiana disse que o conselho médico era que estava no final do ciclo de infecção. Assim, estaria livre para embarcar em um voo no final do domingo e passar pela alfândega na Austrália.