Culto bom pra cachorro: estratégia visa evangelização de donos de pets O pastor André Valadão tem caído na graça não só do público evangélico, mas de milhares de internautas com seu bordão “Cês né crente, não?” em resposta a perguntas nada ortodoxas de seus seguidores. Mas esta semana ele até que aprovou um questionamento. Diante da pergunta se era favorável ao “culto para pets”, Valadão respondeu que sim e ainda citou o versículo de 1Coríntios 9.22.

“Eu acho sensacional. O apóstolo Paulo disse: ‘Eu vou fazer de tudo para com todos, para de alguma forma conseguir ganhar alguns pra Jesus’. Esse culto aí vai ser bom pra cachorro”, disse o pastor sem perder o trocadilho.

O culto pet viralizou esta semana nas redes sociais após ser divulgado pela Igreja Fonte da Vida. Vários internautas transformaram o anúncio em piada. Mas a estratégia não tem nada de brincadeira.

Em nota, o Apóstolo César Augusto disse que a ideia é levar a mensagem de Deus para as pessoas que estão carentes, precisam ir à igreja e geralmente não vão, mas se apegam a um animal. "Portanto, seria uma obra evangelística, que usa os animais para atingir os donos".

O comunicado da igreja diz ainda que culto será realizado pela primeira vez e que acontecerá no dia 27 de novembro, em Goiânia. A publicação chama os fiéis para “orar abençoando o pet”.

Vários fiéis compartilharam a publicação. Uma internauta citou um versículo bíblico que diz que “os bons cuidam bem dos seus animais, porém o coração dos maus é cruel” e completou dizendo que “amou a novidade”.

Nota da igreja na íntegra
A meta, segundo o Apóstolo César Augusto é; levar a mensagem de Deus para as pessoas que estão carentes, precisam ir à igreja e geralmente não vão, mas se apegam a um animal.

Portanto, seria uma obra evangelística, que usa os animais para atingir os donos.
Nos EUA tem muito disso, não é algo que criamos. A Igreja Católica já tem esse costume também. Essas pessoas estão muito isoladas. Acreditamos que, além de ser evangelístico, [o culto] pode até ajudar pessoas a se socializarem quando elas não têm uma ponte para se aproximar de outros.