Prefeitura do Rio recomenda retorno pleno de alunos às salas de aulas

O Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 da prefeitura do Rio de Janeiro recomendou nessa terça-feira (5) o retorno pleno das aulas presenciais em todas as unidades de ensino públicas ou particulares, nos diferentes níveis de educação. Na decisão, os especialistas consideraram a melhora do cenário epidemiológico na capital, com menor taxa de transmissão e de hospitalizações por covid-19, e o avanço da cobertura vacinal da população.

Fica mantido para o retorno seguro das crianças às salas de aula, o uso obrigatório de máscaras de proteção e a maior ventilação possível nos ambientes. “As salas de aula poderão retornar às suas configurações iniciais, recuperando a capacidade de estudantes que acolhia no período anterior à pandemia. Casos de evasão escolar devem ser apurados por busca ativa dos alunos, atraindo-os novamente à rotina de estudos”, informa a nota.

O Comitê Científico também deliberou sobre a realização de festas de final de ano e de grandes eventos em 2022. Na avaliação do comitê, “com avanço do cenário epidemiológico favorável e da continuidade da adesão do carioca à vacinação, festas como o Réveillon e o carnaval poderão ocorrer sem medidas restritivas como distanciamento e uso de máscaras”.

O uso de máscaras em ambientes ao ar livre, sem aglomeração, poderá ser desobrigado na cidade do Rio de Janeiro no próximo dia 15, e no dia 15 de novembro, será a vez da capital suspender também em ambientes fechados. 

Vacinação

Nesta quarta (06), a vacinação contra covid-19 no município do Rio é destinada a todas as pessoas com 12 anos ou mais e à dose de reforço para idosos com 75 anos ou mais, trabalhadores da saúde e profissionais da saúde com 60 anos ou mais, pessoas com alto grau de imunossupressão com 12 anos ou mais e pessoas com 60 anos ou mais que tomaram a segunda dose na cidade do Rio até 31 de março.

As unidades seguem aplicando a segunda dose, conforme a data estipulada no comprovante da primeira.

O intervalo entre a primeira e segunda dose da Pfizer para quem tem 40 anos ou mais agora é de 21 dias ou mais.

Trabalhadores da saúde são os que atuam em estabelecimentos de assistência, vigilância à saúde, regulação e gestão à saúde, ou seja, que trabalham em estabelecimentos de serviços de saúde. Para aplicação da dose de reforço, devem apresentar comprovante de vacinação da cidade do Rio de Janeiro e algum documento comprovando vínculo com a profissão e local de trabalho: crachá OU carteira do Conselho OU declaração assinada do estabelecimento em que atuam OU contracheque OU carteira de trabalho.

O intervalo mínimo entre a aplicação da segunda dose ou dose única e a dose de reforço é de três meses para idosos e 28 dias para pessoas com alto grau de imunossupressão.

Quem vai receber a vacina deve apresentar identificação original com foto, número do CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Para a segunda dose, é importante levar também o comprovante da primeira aplicação.

Pessoas com alto grau de imunossupressão devem apresentar comprovante de vacinação, documento de identificação e laudo médico digital do CREMERJ com data inferior aos últimos 60 dias.

Encontre a unidade mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido

Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina