Câmara do Rio rejeita criação do Dia da Visibilidade Lésbica e Carlos Bolsonaro comemora Vereadores rejeitaram em primeira discussão na Câmara do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (23) o projeto de lei que propunha a criação do Dia Municipal da Visibilidade Lésbica. Em uma postagem no Twitter, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) se mostrou satisfeito com a rejeição do PL 8/2021 que foi apresentado por Monica Benício (PSOL), viúva da vereadora Marielle Franco, morta a tiros em 14 de março de 2018 no Centro do Rio de Janeiro.

O parlamentar, filho “zero dois” do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que a instituição da data, no dia 29 de agosto, seria “ferramenta política” para “aliciar crianças nas salas de aula”.

“Parabenizo o vereador Isquierdo por liderar rejeição, com ajuda dos demais parlamentares, de projeto do PSOL, braço do PT, que criaria o dia da visibilidade lésbica. Mais uma ferramenta política que certamente seria utilizada para aliciar crianças nas salas de aula, tuitou Carlos Bolsonaro.

O texto do projeto de lei diz que “a inclusão da data no calendário oficial da cidade tinha como objetivo conferir visibilidade e reconhecimento do município às mulheres lésbicas”. Marielle propôs a mesma medida em 2017, durante o mandato de vereadora, mas a sugestão também acabou rejeitada.