Pastores confirmam participação em atos do 7 de setembro e convocam igrejas a jejuar nesta quarta

O público evangélico promete ser a principal força para o grande movimento pela liberdade de expressão marcado para o dia 7 de setembro. Pastores de várias denominações já manifestaram seu apoio ao ato programado para tomar as ruas das principais cidades do país no Dia da Independência.

Enquanto a mobilização vem ganhando força nas redes sociais, a chamada grande mídia evita falar sobre o assunto.

Em vídeo, pastores como Silas Malafaia, Josué Valandro Jr., Ezequiel Teixeira, Marcus Gregório, Felippe Valadão confirmaram presença no movimento marcado para a Praia de Copacabana, no Posto 5, a partir das 09h do dia 07 de setembro.

“Povo abençoado do Rio de Janeiro, 07 de setembro, Praia de Copacabana, posto 5, 9 da manhã, vamos exercer nossa cidadania, em favor do Brasil e da liberdade de expressão”, disse Malafaia.

Valandro, líder da Igreja Atitude, disse no vídeo que esta será uma manifestação pacífica.

O pastor e deputado federal Marco Feliciano fez coro aos demais líderes evangélicos e avisou em suas redes sociais que também estará na marcha “não em um grito de independência ou morte, mas de devoção, de paz, vida e esperança para que a nossa pátria continue sendo livre”.

Os pastores marcharão para que a Constituição brasileira continue garantindo a liberdade de expressão e de crença a todos os cristãos.

Mas antes da grande mobilização, nesta quarta-feira (1o.) haverá um jejum de 12 horas pela nação. Segundo os pastores, a convocação é para que os cristãos se abstenham de alimentos entre 00h e 12h em favor da nação.

“Quando o povo de Deus ora e jejua, alguma coisa acontece”, diz a divulgação do jejum.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar a intenção de participar dos atos no 7 de setembro, na comemoração da Independência do Brasil. Há previsão de que o chefe do Executivo participe dos movimentos pela manhã, em Brasília, e pela tarde, em São Paulo.

“Acredito que esse movimento do dia 7, como todos os outros feitos por pessoas simpáticas ao nosso governo ou simpáticos àquilo que nós defendemos são movimentos extremamente pacíficos, você não acha um papel no chão”, argumenta Bolsonaro.


Siga-nos