Polícia investiga mulher suspeita de forjar câncer para receber mais de R$ 50 mil em doações

A polícia do Rio de Janeiro investiga se uma mulher fingiu ter câncer para arrecadar R$ 50 mil em doações e vaquinhas virtuais.

A mulher, identificada como Else Kishner Iglesias, de 30 anos, dizia nas redes sociais ter câncer terminal e lúpus. Além disso, também afirmava ter feito duas operações de aneurisma.

Para convencer as pessoas, ela chegou a postar fotos nas redes sociais com a cabeça raspada. Várias pessoas se mobilizaram com a história, porém, a farsa começou a ser descoberta no início deste mês. Else teria ido a um evento com ótima aparência, logo depois de supostamente passar 18 dias em coma.

Durante esse período, era o marido dela que pedia doações. O casal apresentou até atestados médicos — que a polícia comprovou serem falsos.

“Comovidas com o suposto caso de doença terminal, pessoas fizeram uma vaquinha virtual, depositaram várias quantias para Else e seu marido. Agora imagine uma pessoa que realmente precise, quem é que vai acreditar?”, disse o delegado Reginaldo Guilherme.

De acordo com as investigações, ela foi aposentada pela prefeitura do Rio de Janeiro por problemas psiquiátricos, nunca esteve internada ou em coma, e usou o dinheiro para se hospedar com um marido em um hotel no centro da cidade.


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