Escola desiste de proibir menina de levar Bíblia para a sala de aula Uma vitória pela liberdade religiosa foi relatada na semana passada depois que a direção de uma escola em Illinois, nos EUA, reverteu sua decisão de proibir uma estudante de levar sua Bíblia para a escola.

Os pais de Gabrielle, uma aluna do segundo ano de Illinois, contataram o Centro Americano de Lei e Justiça (ACLJ) depois que a Bíblia de sua filha foi levada durante o recreio. A menina gosta de ler a Bíblia em voz alta para outras crianças.

Uma professora disse recentemente a Gabrielle: "Você simplesmente não pode fazer isso", então contatou seus pais e avisou-os de que ela estava proibida de levar a Bíblia para a escola.

Os pais repreenderam a restrição da escola e contataram o ACLJ.

Funcionários da escola disseram que só permitiriam que Gabrielle lesse sua Bíblia durante o recreio, mas não dentro da sala de aula. A restrição ainda era inaceitável para os pais e ACLJ.

Curiosamente, a escola verificou que nenhum aluno ou pai havia reclamado da leitura de Gabrielle durante o recreio.

A ACLJ enviou uma carta à escola, destacando casos específicos ao longo da história em que os alunos foram autorizados a expressar suas opiniões sobre a religião, a menos que a escola acreditasse que a medida poderia "perturbar materialmente e substancialmente o trabalho e a disciplina da escola".

No caso de Gabrielle, impor limites ao direito de uma criança de ler a Bíblia no parquinho ou dentro da escola era injustificado, pois não estava causando nenhum transtorno.
A escola aceitou a visão oferecida por ACLJ e removeu todas as restrições à leitura de Gabrielle de sua Bíblia.

A ACLJ é uma instituição que tem como foco a preservação e defesa dos direitos constitucionais.