Novos julgamentos de Lula começam a ser definidos A juíza Pollyanna Alves, substituta da 12a. Vara da Justiça Federal em Brasília, é a responsável por pelo menos um dos processos envolvendo o ex-presidente Lula. Ela foi sorteada para cuidar da ação em que o petista foi condenado a 17 anos e 1 mês de prisão por ter aceitado que as empreiteiras OAS e Odebrecht realizassem obras no sítio que frequentava na cidade de Atibaia, em São Paulo.

Pollyana tem dado decisões contrárias à operação Lava Jato.

Já o juiz Ricardo Leite, substituto da 10ª Vara Federal de Brasília, será responsável pelo processo que investiga reformas no Instituto Lula. A definição do nome, que se deu por meio de sorteio, ocorreu nesta terça-feira (25). Em março, ele já havia sido sorteado para cuidar de outro processo, também fruto da Lava Jato, que trata de doações ao Instituto Lula.

Leite é considerado um juiz "linha-dura", que registra decisões positivas e negativas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.  Em 2018, o juiz absolveu Lula de tentar impedir que o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró firmasse acordo de colaboração com o Ministério Público Federal.

As ações tramitavam na Justiça Federal de Curitiba. Mas, por decisão do Supremo Tribunal Federal, foram transferidas para Brasília. Ao todo, são quatro processos. Falta definir quem julgará o caso do Triplex do Guarujá.