Grupos cristãos reagem à nomeação de uma pessoa trans no governo de Joe Biden Grupos conservadores denunciaram a confirmação pelo Senado da Dra. Rachel Levine como secretária-assistente de saúde do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. O presidente Joe Biden nomeou Levine para o cargo, em parte porque ele seria o primeiro indivíduo abertamente com identificação trans a servir como funcionário federal. 

Levine, que nasceu Richard Levine e ex-secretário de Saúde da Pensilvânia, foi confirmado pelo Senado na quarta-feira (24) por 52 votos a 48.  

Em comentários proferidos antes da votação, o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, DN.Y., considerou a confirmação de Levine um marco importante em nome da comunidade transgênero.

No entanto, muitos grupos socialmente conservadores, como o “American Principles Project”, denunciaram a confirmação de Levine, dizendo em parte que a nomeação levará a uma reação contra os democratas.

O presidente da APP, Terry Schilling, explicou que acreditava que a confirmação de Levine era "histórica", pois "o cargo de secretário assistente de saúde será preenchido por alguém que defendeu aberta e abertamente a permissão de crianças para procedimentos de mudança de sexo".

“Mas embora o presidente Biden e os democratas possam ter enganado os eleitores no outono passado, fazendo-os acreditar que uma posição tão extremada não fazia parte de sua agenda, eles não poderão fazer isso da próxima vez”, disse Schilling.

“Todos os democratas no Senado agora apoiam as mudanças de sexo na infância e terão que responder por isso aos seus eleitores”.

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