Fiéis pedem afastamento de pastor que cedeu igreja para casamento gay

Fiéis da Assembleia de Deus — ministério Brás, em Maceió, ainda não entenderam como a igreja se tornou palco para um casamento gay realizado no dia 19 de fevereiro.

Na tentativa de se explicar com os seus membros, o pastor Jacques Balbino, titular da igreja, pediu ao 1º Cartório de Registro Civil de Maceió que divulgasse uma nota sobre o fato.

Segundo a nota, o espaço foi usado para um casamento coletivo, "não tendo os referidos casamentos, nenhum vínculo religioso”.

O cartório também esclareceu que quando marca os casamentos no civil, não faz acepção de pessoas, tais como: gênero, raça ou religião. Mesmo diante das explicações, a igreja segue sendo alvo de críticas.

No Instagram, uma fiel comentou:

“Não dá pra acreditar a que nível chegou a AD. Este pastor deve ser imediatamente expulso definitivamente da igreja, sem direito a retorno, e todos os membros que estiveram na cerimônia devem ser submetidos a uma dura disciplina’’.

Outra postou:

“Não tem essa de abrir mente não. É o que está escrito na Bíblia e pronto… tudo nessa vida passa, mas a Palavra de Deus permanece. É errado, a igreja não concorda’’.

As mulheres que se casaram na igreja são Cíntia Maria Silva e Rafaela Tenório. As duas são médicas e Rafaela também é cantora e axé. A chuva de protestos começou depois que elas publicaram fotos da cerimônia nas redes sociais.