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Polícia Federal busca patrocinadores de grupo hacker Após a confissão do hacker Walter Delgatti Neto, a Polícia Federal agora direciona a investigação para os possíveis braços financeiros do grupo preso na última terça-feira (23) pela Operação Spoofing.

Os agentes da PF querem confirmar a versão dada por Delgatti durante o depoimento. O chamado hacker “Vermelho” afirma não ter recebido dinheiro para repassar conversas privadas de um número ainda não conhecido de autoridades brasileiras ao site Intercept.

Em busca de possíveis financiadores do grupo, a PF solicitou acesso às movimentações feitas com moedas criptografadas e aos sigilos bancários.
Um dos presos, o DJ Gustavo Henrique Elias Santos, disse que trabalha com criptomoedas e que possui várias carteiras de bitcoin, mas se reservou ao direito de não informar o total à PF. Questionado sobre a senha e chaves de acesso das contas, se manteve em silêncio.

Segundo a PF, Delgatti atuaria como líder do grupo, mas pode ter usado os demais para receber pagamentos pelas atividades ilícitas.

A pedido da polícia e do Ministério Público Federal, o juiz da 10ª Vara Federal do DF, Vallisney de Oliveira, autorizou a quebra do sigilo de suas carteiras virtuais e o bloqueio dos recursos de todos os presos.

“Em liberdade, poderão acessar e movimentar tais contas de forma a eliminar provas de eventual produto do crime”, escreveu Vallisney.

A ex-deputada Manuela D’Ávila utilizou o Twitter, neste domingo (28), para apresentar um novo posicionamento.

Em duas mensagens postadas em seu perfil, a vice do presidenciável petista Fernando Haddad nas eleições de 2018 reitera que está fazendo um curso fora do Brasil.

“Tenho tudo documentado, para além de boa memória, meu ascendente em virgem faz com que guarde comprovantes”, escreveu a ex-parlamentar.

“Conforme já declarei por meio de nota pública, meu celular está à disposição para eventual perícia. Qualquer especulação para além desses dois fatos simples e bastante objetivos e diretos não passa de fake news”, acrescentou Manuela.

Em nota à imprensa divulgada na última sexta-feira (26), Manuela admitiu que fez a ponte entre Delgatti Neto e o militante norte-americano Glenn Greenwald, editor e cofundador do site Intercept.