Fiocruz pede à Anvisa registro definitivo da vacina de Oxford A Fundação Oswaldo Cruz pediu à Anvisa o registro definitivo da vacina produzida pela universidade britânica de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, com importação da tecnologia feita pela Fiocruz.

Dois milhões de doses do imunizante já estão sendo aplicadas pelo país em regime emergencial. Agora, com uma possível aprovação do registro definitivo, a Fiocruz poderá produzir, e caso haja uma fabricação mais rápida no futuro, até vender a vacina para que seja aplicada no público em geral, não apenas em grupos prioritários como ocorre atualmente.

A agência tem até 60 dias para finalizar todo o processo. Esse tempo pode, no entanto, ser reduzido, uma vez que já está em curso na agência reguladora o processo de submissão contínua do imunizante.

Em nota, a Anvisa confirmou o recebimento do pedido apresentado pela Fiocruz e pela AstraZeneca e prometeu celeridade na análise.

"Devido ao estágio das avaliações já realizadas, buscando superar os prazos legais estabelecidos, a Anvisa manterá total prioridade na análise para fins de concluir o processo no menor tempo possível", afirma a agência.

CoronaVac
O Ministério da Saúde confirmou a compra de 54 milhões de doses da CoronaVac, vacina em produção pelo Instituto Butantan. O fármaco deve ser produzido em abril.

Outras 46 milhões de doses já estavam previstas em contrato.