Rio Ônibus solicita à Prefeitura definições sobre fluxo de pessoas no réveillon Faltando apenas duas semanas para a noite de réveillon, o Rio de Janeiro vive incertezas sobre a realização de festas e eventos na cidade na noite do dia 31 de dezembro. Tradicional ponto de encontro de cariocas e turistas na virada do ano, Copacabana é a principal preocupação do Rio Ônibus, que ressalta a necessidade de planejamento prévio para atender possível demanda. Atento à instabilidade em relação ao fluxo de pessoas no bairro, o Sindicato das Empresas de Ônibus do Rio de Janeiro envia nesta terça-feira um ofício à Prefeitura, solicitando definições sólidas sobre as regras de acesso e demanda esperada, já que, mesmo com as recomendações especiais frente à pandemia, muitos hotéis, restaurantes e quiosques da região estão comercializando ingressos para festas.

Outro ponto abordado pelo Rio Ônibus diz respeito ao cuidado com aglomerações e cobertura do serviço. De acordo com a área técnica, com o anúncio de fechamento de outros modais de transportes público na noite de réveillon, será importante reavaliar o bloqueio de ônibus às principais avenidas de Copacabana. Neste caso, o reforço da fiscalização municipal em relação a acesso de carros particulares, veículo de serviço e estacionamento irregular precisa ser intensificado.

- Provocamos este diálogo com o município no sentido de agirmos responsabilidade, caso sejam confirmados eventos particulares em Copacabana, bem como em outras regiões. Além dos eventos fechados, precisamos estar cientes também sobre as regras de acesso à praia, para nos prepararmos em relação às pessoas que, por força da tradição, insistam em passar a noite de ano novo na praia – explica o diretor executivo do Rio Ônibus, Paulo Valente.