Polícia prende mais cinco suspeitos de participação no mega-assalto em Criciúma/SC

Cinco pessoas que teriam envolvimento no ataque a banco em Criciúma, no sul de Santa Catarina, foram presas no final da tarde desta quarta-feira (2). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal catarinense, as prisões ocorreram nas cidades de São Leopoldo (RS) e Passo de Torres (SC).

O assalto aconteceu na madrugada de terça-feira (01), quando a Tesouraria Regional do Banco do Brasil, no centro do município, foi invadida.

As prisões ocorreram graças à integração entre órgãos de segurança de SC e RS — envolvendo policias civil e militar, Instituto-Geral de Perícias (IGP), Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público. 

Conforme o chefe de comunicação da PRF em Santa Catarina, Luiz Graziano, há fortes indícios de que os presos têm envolvimento com o crime.

1.Essa primeira prisão de suspeitos deve levar a uma solução desse crime.

2.Na ação, o soldado Jeferson Luiz Esmeraldino, 32 anos, foi baleado. Ele segue internado em um hospital na região, em observação.

"Nós temos o policial militar que está entre a vida e a morte, lutando. Então esse é mais um motivo para a gente se empenhar em prender esses criminosos e mostrar que eles não podem fazer isso em Santa Catarina e em nenhum outro lugar do Brasil", afirmou Graziano.

Mulher presa em São Paulo

Também na tarde de quarta, uma mulher de 31 anos foi presa em São Paulo suspeita de participação no mega-assalto. Ela foi localizada, após uma denúncia, no Jardim Reimberg, Zona Sul da capital paulista. Com a mulher os policiais encontraram malotes de dinheiro do Banco do Brasil, munição e equipamentos que teriam sido utilizados no crime. Tudo será periciado.

CRICIÚMA SITIADA

Na terça-feira (1°), um galpão usado pelos criminosos foi encontrado pela Polícia Militar na cidade vizinha de Içara, a cerca de 9 quilômetros de Criciúma.

O assalto a uma agência do Banco do Brasil no Centro de Criciúma foi praticado por cerca de 30 pessoas encapuzadas. A ação começou às 23h50 de segunda-feira (30) e durou cerca de 2 horas. As autoridades de Santa Catarina afirmam que este foi o maior assalto da história do estado.