Conflitos põem em risco trabalho missionário no Sudão O Sudão clama por paz e liberdade religiosa. Em maio, o Exército e os representantes dos manifestantes no país retomaram o diálogo, após divergências sobre a presidência e a composição do Conselho Soberano que deverá garantir a transição política, mais de um mês após a queda do presidente Omar al Bashir.



Líder do Sudão por mais de 30 anos, Omar al Bashir foi destituído e preso pelo Exército no dia 11 de abril. Espera-se que esse período de mudança envolva todas as minorias, incluindo as religiosas.



A pressão sobre as igrejas do país aumentou nos últimos anos, especialmente desde que o Sudão do Sul declarou independência.



Por várias vezes, Bashir disse que o Sudão é um estado islâmico e que não há espaço para outras religiões. Líderes de igrejas locais foram detidos, templos demolidos e outras propriedades de igrejas vendidas a investidores.



Os cristãos no Sudão pedem orações para que a calma seja restaurada em breve, pela proteção do Senhor sobre sua igreja, e para que eles permaneçam com um claro testemunho em meio à crise.