Denunciada diretora de colégio que suspendeu crianças que se negaram a participar de atividade LGBT A diretora de uma escola primária em Londres foi denunciada às autoridades por suspender ilegalmente duas crianças que não quiseram assistir a uma aula com doutrinação em ideologia de gênero. Em 2018, ela obrigou os alunos a participarem de um desfile do orgulho gay.

Segundo informação de Christian Concern, organização que defende regularmente casos de pessoas que denunciam discriminação religiosa, a diretora da Escola Primária Heavers Farmer, Susan Papas, suspendeu Kaysey Francis-Austin e Farrell Spence, ambos de 10 anos, por cinco dias depois que eles pediram permissão a um professor para não participar de uma aula de doutrinação “LGBT” durante o mês do orgulho gay, definido pela ONU.

Os pais de Karen Francis-Austin e Lisa Spence, denunciaram este fato ao “Oficial Principal: Prevenção de Exclusões” da autoridade local, citando vários parágrafos de um guia sobre “exclusões” feito pelo governo inglês. Ambas as famílias insistem que seus filhos não fizeram comentários homofóbicos e a versão das crianças é apoiada por outras crianças da turma e por seus pais.

Os pais também exigem que seus filhos “sejam dispensados de qualquer ensinamento ou atividade adicional que envolva a promoção de pontos de campanha LGBT”, citando a Seção 9 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.

“As escolas locais devem levar em conta o princípio de que os estudantes devem ser educados de acordo com os desejos de seus pais”, indica o documento.

Também citaram o artigo 2 do Protocolo Adicional ao Convênio para a Proteção dos Direitos Humanos e Liberdades Fundamentais: “O Estado, no exercício das funções que assume no campo da educação e do ensino, respeitará o direito de pais a garantir essa educação e este ensino de acordo com suas convicções religiosas e filosóficas”.

Em 2018, autoridades da mesma escola obrigaram as crianças de cinco anos a participar das celebrações em homenagem ao “Dia do Orgulho Gay”, fazendo-as marchar com faixas.

Naquela ocasião, 14 pais se queixaram de que a diretora Susan Papas estava “forçando uma agenda LGBT muito agressiva às crianças pequenas de uma forma que abusa dos direitos dos pais”.