Celulares podem chegar a ter 10 vezes mais bactérias do que privadas

Os celulares estão tão inseridos em nossas vidas que hoje é comum observar pessoas que não soltam o aparelho em quase nenhum momento, nem mesmo na hora de fazer uma refeição. Mas esse pode ser um costume muito anti-higiênico, já que o celular pode ser até dez vezes mais sujo do que um banheiro.

É o que mostrou um estudo da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos. Estes aparelhos, que carregamos em nossas mãos pela maior parte do dia, podem carregar em sua superfície dez vezes mais bactérias do que o assento de uma privada. Os celulares também podem estar repletos de vírus, como o da gripe e os diferentes coronavírus, causadores de resfriados comuns e da Covid-19.

Esses microrganismos podem chegar até os telefones de diferentes maneiras, tanto pelo tato de nossa mão, que frequentemente está suja, quanto pelas superfícies que entram em contato, como bolsos, mesas, mochilas e bolsas e pelo ambiente, como quando carregamos os celulares para dentro dos próprios banheiros, por exemplo.

E o principal problema é o acúmulo de sujeira, já que raramente fazemos uma limpeza criteriosa na superfície dos aparelhos. As impurezas, em contrapartida, não param de chegar ao celular. Segundo um estudo da empresa internacional Deloitte, nós checamos o celular 47 vezes por dia, em média.

Como limpar o celular?

Em geral, para evitar problemas mais sérios de contaminação e manter seu celular limpo, é indicado higienizar o aparelho sempre que possível com auxílio de um pano macio ou de microfibra levemente umedecido com álcool isopropílico 70%. O álcool em gel não é recomendado nesse caso por conter água em sua composição. É importante lembrar de ler as especificações do fabricante do celular antes de qualquer intervenção.


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