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Médico argentino é julgado por salvar vida de mãe e bebê

Silencioso, sério, de cabeça baixa e segurando a mão de sua esposa. Foi assim que o doutor Leandro Rodríguez Lastra ouviu o veredicto do juiz Álvaro Meynet, que o declarou "responsável criminalmente" pelo crime de "violação dos deveres de funcionário público" por ter se recusado a realizar um aborto em uma jovem de 19 anos de idade, que chegou à emergência do hospital argentino onde ele trabalhava após tomar uma pílula para interromper uma gravidez indesejada. O médico foi acusado de impedir o aborto não punível, já que a jovem alegou ter sido vítima de uma infração intrafamiliar em abril de 2017. Sua pena pode chegar a dois anos de prisão e suspensão do exercício médico por ter salvo a vida da mãe e do bebê. A deputada da província de Rio Negro Marta Milesi (Juntos Nós Somos Black River), pediatra e autora da lei nº 4796 do aborto não punível nessa província argentina, foi quem denunciou e conseguiu levar o caso a julgamento. com informações de Infobae