Pioneirismo: Bolsonaro fala sobre perseguição a cristãos em Assembleia da ONU O presidente Jair Bolsonaro pediu nesta terça-feira (22), durante discurso na 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o combate à “cristofobia”.

“A liberdade é o bem maior da humanidade. Faço um apelo a toda a comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à cristofobia”, pediu o presidente brasileiro.

Bolsonaro, que se diz católico e tem o apoio das principais lideranças evangélicas do Brasil, afirmou que o país está preocupado e repudia o terrorismo em todo o mundo.

Ao finalizar o discurso, Bolsonaro ressaltou que “o Brasil é um país cristão e conservador e tem na família sua base”. “Deus abençoe a todos”, prosseguiu o chefe do Executivo.

O presidente ainda prestou solidariedade ao povo libanês pelas recentes adversidades sofridas e saudou o Plano de Paz e Prosperidade lançado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

“[Trump tem] uma visão promissora para, após mais de sete décadas de esforços, retomar o caminho da tão desejada solução do conflito israelense-palestino”, prosseguiu.

“A nova política do Brasil de aproximação simultânea a Israel e aos países árabes converge com essas iniciativas, que finalmente acendem uma luz de esperança para a região”.

Sabemos que a perseguição — e até mesmo o extermínio sistemático — a cristãos é muito comum em países da Ásia e da África, cujos governos são teocracias islâmicas ou ditaduras socialistas. Infelizmente, essa perseguição não está restrita a esses países. Em lugares aparentemente “democráticos”, no entanto, a perseguição ocorre amparada por legislação estatal. Por sua firme oposição ao homossexualismo, cristãos poderão ser acusados de homofóbicos e preconceituosos, e serão invariavelmente processados e punidos com todo o rigor da lei. Com a ascensão e o eventual estabelecimento de uma Nova Ordem baseada na hegemonia de um sistema político global centralizado, o fim da liberdade religiosa é uma realidade iminente. Em países como a Finlândia, por exemplo, a perseguição por parte do estado progressista já está acontece.

Neste ano, uma parlamentar chamada Päivi Maria Räsänen foi processada pelo estado, sendo acusada de homofobia. O que ela fez, no entanto, foi simplesmente repreender na rede social Twitter a Igreja Luterana da Finlândia por ser conivente e condescendente com o estilo de vida homossexual, até mesmo chegando a promovê-lo, e reproduziu versículos da Bíblia — no caso Romanos 1:24-27 —, que atestam a imoralidade desse tipo de transgressão sexual para justificar a santidade do seu argumento. Uma promotora do estado, no entanto, Raija Toiviainen, decidiu ir mais além, chegando a formalizar uma investigação contra uma cartilha redigida por Räsänen, que explicava porquê apenas o casamento entre um homem e uma mulher é abençoado por Deus. Um pastor da Igreja Luterana que publicou o documento redigido por Räsänen também passou a ser investigado pelas autoridades.