De praias à festa rave, aglomerações revelam futuro preocupante do Rio de Janeiro Sol forte, céu azul e muito calor são motivos suficientes para encher as praias do Rio de Janeiro, mesmo em plena pandemia da covid-19. Neste domingo (30), não foi diferente do que vem acontecendo nos fins de semana de sol na cidade, apesar do decreto municipal que proíbe a permanência de frequentadores na areia. 

Nas praias do Leme, Copacabana, Ipanema e Leblon, na zona sul, e Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, o que se via era muita aglomeração. Pessoas que não respeitavam não só o distanciamento, mas também não usavam máscaras.

Os banhos de mar e os esportes marítimos estão permitidos na capital, no entanto, a prática de jogos na areia como a altinha ainda não. Isso também foi desrespeitado. 

Os ambulantes podem trabalhar, sem oferecer o aluguel de cadeiras e de barracas e bebida alcoólica. Em alguns pontos da orla, o número de barracas parecia o de um dia como outro qualquer sem os efeitos da pandemia. O colorido se espalhou e em alguns espaços era difícil ver a faixa de areia. Ambulantes circulavam sem máscara, vendendo bebidas já prontas.

Festa
Fora das praias, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), interrompeu, na tarde de ontem (30), uma rave que começou no início da manhã no sítio Espaço Verde Vila Festas e Eventos, na Ilha de Guaratiba, na zona oeste, e tinha muita aglomeração. 

Na operação conjunta com a Polícia Militar, cerca de 150 pessoas que estavam no local foram retiradas.