Líbano prende 16 acusados de envolvimento na explosão ocorrida no Porto de Beirute As autoridades libanesas prenderam 16 indivíduos em uma investigação sobre a explosão de um armazém portuário em Beirute que abalou a capital, informou a agência de notícias estatal NNA nesta quinta-feira (6). 

Segundo a agência, o juiz Fadi Akiki, representante do governo na corte militar, afirmou que até o momento as autoridades questionaram mais de 18 autoridades portuárias Investigadores questionaram mais de 18 autoridades portuárias e aduaneiras e indivíduos envolvidos em trabalhos de manutenção no armazém que explodiu.

"Dezesseis pessoas foram presas como parte da investigação", afirmou Akiki, segundo a NNA, sem identificar os indivíduos. Ele disse que a investigação continua.

Ajuda

A Embaixada do Líbano em Brasília divulgou nota em seu site e nas redes sociais onde pede ajuda humanitária “para o atendimento às vítimas da tragédia e para a reconstrução da área atingida” em Beirute, próximo a uma região de lazer, compras e escritórios -  onde funciona inclusive a Embaixada do Brasil.

De acordo com o comunicado da Embaixada do Líbano, o país precisa de assistência médica, “em todos os seus ramos” e suprimentos cirúrgicos e hospitalares. Também são pedidos materiais de construção, “incluindo equipamentos elétricos e vidro” e o fornecimento de instalações e equipamentos para a reconstrução do Porto de Beirute.

O país está sem reserva de grãos por causa da destruição do silo de armazenamento no Porto de Beirute. Assim, a Embaixada do Líbano pede ainda a doação de trigo e farinha, entre outros gêneros alimentícios como comida enlatada.

*Agência Brasil