Bolsonaro manifesta solidariedade ao Líbano O presidente Jair Bolsonaro lamentou a explosão que aconteceu na terça-feira (04) em Beirute que deixou mais de 100 mortos e mais 2.700 feridos.  Em sua conta pessoal no Twitter, Bolsonaro disse estar profundamente triste com as cenas.

"O Brasil abriga a maior comunidade de libaneses do mundo e, deste modo, sentimos essa tragédia como se fosse em nosso território. Manifesto minha solidariedade às famílias das vítimas fatais e aos feridos", escreveu o presidente da rede social.

Ondas de choque provocadas pela explosão estilhaçaram janelas, danificaram edifícios e estremeceram o chão de Beirute.

A expectativa das autoridades locais é que o número de mortos aumente à medida em que as equipes de emergência escavem os destroços para resgatar os corpos. 

A explosão ocorreu por volta das 18h no horário local. Feridos chegaram a ser levados para hospitais fora de Beirute.
Alguns sobreviventes dos bombardeios que ocorreram na guerra civil do país, entre 1975 e 1990, acharam que se tratava de um terremoto.

O ministro do Interior do Líbano disse ao canal de televisão Al Jadeed que nitrato de amônio era armazenado no porto onde ocorreu a explosão desde 2014.

Israel, que já travou diversas guerras contra o Líbano, negou qualquer tipo de envolvimento e ofereceu ajuda.

Brasileiros em Beirute

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) emitiu nota oficial nesta terça-feira (4) em que manifesta solidariedade ao povo e ao governo do Líbano.

De acordo com o Itamaraty, "não há, até o momento, notícia de cidadãos brasileiros mortos ou gravemente feridos". A pasta acompanha a situação por meio da embaixada brasileira no país, cuja sede fica a cerca de 8 quilômetros da zona onde ocorreu a explosão. Também foram disponibilizados números de telefone e e-mail para contato com a assistência consular no país e também em Brasília. 

Depois da explosão, a Marinha do Brasil informou que os militares que compõem a Força Tarefa Marítima da corporação, em Beirute, estão bem e não foram atingidos pela explosão.


*Agência Brasil