Morte de pai e filha chama atenção para drama de refugiados A imagem de um pai e uma filha (2 anos) salvadorenhos, mortos afogados à beira de um rio tentando atravessar a fronteira entre o México e os EUA, chocou o mundo nesta quarta-feira (26). Não queremos usar de sensacionalismo, exibindo aqui esta foto que circula na grande mídia. Mas queremos citar este triste caso para voltar a chamar a atenção para o drama de refugiados, que tem sido cada vez mais frequente em todo o mundo.

El Salvador, o país de origem das vítimas, é um dos mais violentos do planeta. Gangues com milhares de membros dominam as ruas da capital.

De acordo com relatório publicado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), o número de pessoas fugindo de guerras, perseguições e conflitos superou a marca de 70 milhões em 2018.

A Junta de Missões Mundiais, agência missionária da Convenção Batista Brasileira, tem desafiado as igrejas a se envolverem com a causa dos refugiados. A JMM mantém projetos até mesmo em campos de refugiados administrados pela ONU, principalmente no Oriente Médio. No entanto, ações junto a refugiados na América Latina, principalmente venezuelanos, se tornou recorrente para os batistas brasileiros e já integra sua agenda global.