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Casa Branca defende gesto de Trump em ato com Bíblia em frente a uma igreja A Casa Branca defendeu veementemente a polêmica aparição de Donald Trump com a Bíblia na mão em frente à Igreja de St. John perto da residência presidencial, depois de ordenar a dispersão repressiva a uma manifestação nos arredores do local.

"O presidente queria enviar uma mensagem forte", disse a porta-voz Kayleigh McEnany, garantindo que Trump seguiu os passos de grandes figuras como o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill.

"Ao longo dos séculos, vimos presidentes e líderes experimentarem momentos fortes de liderança e símbolos importantes para um país", disse McEnany.

Foi assim que Churchill agiu, disse ela, "que foi pessoalmente ver os danos causados pelas bombas (em Londres durante a Segunda Guerra Mundial), em uma poderosa mensagem de liderança para o povo britânico".

O ato de Trump na terça-feira (02), provocou críticas indignadas dos líderes políticos e religiosos, que também lamentaram que o morador da Casa Branca se apresentasse com uma Bíblia nas mãos diante dos fotógrafos.

Mariann Budde, episcopisa da diocese de Washington, à qual pertence a igreja de St. John, classificou como "profundamente ofensivo" o uso de algo sagrado "incorretamente para um gesto político".