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Epicentro da pandemia, Wuhan não tem mais pacientes internados com Covid-19 O Comitê de Saúde Nacional da China anunciou no domingo 26 que não há mais pacientes internados com coronavírus, na cidade de Wuhan, onde a pandemia de Covid-19 começou no final de dezembro em um mercado de peixes. Apenas três pessoas foram diagnosticadas com a doença no norte do país nas últimas 24 horas. O receio volta-se agora à possibilidade de uma segunda onda de infecções, em meio às novas medidas para conter o vírus e a reabertura da economia.

Mi Feng, porta-voz da comissão, destacou os "esforços conjuntos de Wuhan e dos profissionais de saúde de todo o país”.

Dos três novos casos registrados, dois foram importados de outros países.

Desde o início da epidemia, a China registrou um total de 82.830 infetados e 4.633 mortos. Até o momento, 77.474 pessoas tiveram alta.

As autoridades estão flexibilizando gradualmente as regras de isolamento. Nesta segunda-feira (27), voltaram às aulas quase 50 mil alunos do último ano de escolas secundárias de Pequim, o mais importante para o acesso à universidade. Outras cidades já anunciaram datas para a volta à escola.

O receio de uma segunda onda de infecções não está, no entanto, afastado. Nesse domingo, Pequim anunciou novas regras para “promover um comportamento civilizado”. Uma delas é que as pessoas cubram a boca e o nariz quando tossem, não comam em transportes públicos e usem máscara na rua quando doentes.

Aos restaurantes, é pedido que apresentem porções separadas para almoços familiares, conforme novas regras que entram em vigor em 1º de junho.

Pequim acrescentou agora sete dias de “observação clínica” para aqueles que completam 14 dias de quarentena, o tempo em que se deve permanecer em casa.


*com informações da Emissora pública de notícias de Portugal