Estudo de Harvard mostra que  crianças que vão à igreja tornam-se jovens melhores Os pais ganharam uma motivação a mais para levar seus filhos à igreja. Um estudo divulgado em 2018 pela Harvard T. H. Chan School of Public Health descobriu que crianças que participavam dos cultos semanalmente ou tinham uma vida de oração ativa eram mais positivas e tinham maior satisfação com a vida quando atingiam seus 20 anos. Esses jovens tinham uma tendência a escolher um estilo de vida mais saudável – evitando beber, fumar, usar drogas e a também a promiscuidade sexual.

Usando uma amostra de 5.000 crianças durante um período de 8-14 anos, o estudo trouxe revelações impressionantes: pelo menos 18% dos frequentadores regulares da igreja relataram níveis mais altos de felicidade aos 20 anos do que seus colegas não religiosos. E, mais importante, 29% tendiam a se unir a causas comunitárias e 33% se afastavam de drogas ilícitas.

Mas infelizmente, aqui no Brasil, o número de crianças que têm ido à igreja parece ser inexpressivo. Levantamento feito pelo Observatório de Favelas, organização da sociedade civil que fica no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, demonstrou aumento de 50% do número de crianças entre 10 e 12 anos que entram para o tráfico de drogas. Segundo a pesquisa, em 2016, a faixa etária correspondia a 6,5% do total de jovens inseridos no tráfico. Em 2017, a participação deles subiu para 13%.