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Projeto da Igreja Universal leva apoio a idosos em afastamento social Os idosos estão entre as pessoas mais vulneráveis ao coronavírus. Alguns sofrem ainda mais por morarem sozinhos e não poderem sair de casa para fazer compras ou trabalhar para manter a renda do lar. O isolamento, a falta de atenção da família muitas vezes resulta em depressão. Asilos também têm passado necessidades para continuar cuidando de tantos velhinhos.

A fim de ajudar essa parcela da população, voluntários do Projeto Calebe, desenvolvido pela Igreja Universal do Reino de Deus, percorrem ruas do país para levar alimentos e cuidados a esta faixa da população brasileira. Além disso, também foram entregues kits de higiene, roupas, remédios entre outros itens essenciais.

Por meio de telefonemas e mensagens, o Calebe mantém o contato com os amparados pela ação social. Se necessário, os voluntários prestam auxílio naquelas necessidades mais urgentes, como, por exemplo, uma ajuda para ir o ao médico, ou em tarefas que o confinamento impede de realizar.

Outra iniciativa do grupo é a oferta de videoaulas de artesanato, orientação para exercícios físicos e apoio emocional durante esse período difícil.

Neste início de abril, a iniciativa da Universal ampliou de 16 mil para 126.904 o número de pessoas dessa faixa etária acompanhadas pelos voluntários.

O projeto mantém um número de WhatsApp para quem deseja ajudar ou mesmo obter mais informações sobre o projeto: (11) 99571-9920.

Cuidados
Dada a dificuldade que os idosos têm para controlar a infecção viral, a melhor opção é, desde o início, evitar ser infectado. E é aí que a ideia de distanciamento social adquire importância, em especial no que diz respeito à Covid-19.

A Covid-19 é causada por um vírus respiratório que contagia principalmente pela tosse, que pode espalhar pequenas gotas de saliva que contêm vírus. As gotículas mais pesadas caem rapidamente no chão. Gotas muito pequenas secam. Gotas de tamanho intermediário são as mais preocupantes, porque conseguem flutuar no ar mais de um metro antes de secarem. Essas gotas podem ser inaladas e entrar nos pulmões.

Manter uma distância de pelo menos um metro e meio de outras pessoas ajuda a reduzir significativamente o risco de ser infectado por essas gotículas de aerossóis. Mas ainda existe a possibilidade de o vírus contaminar as superfícies em que a pessoa infectada tocou ou na qual tossiu. Consequentemente, a melhor maneira de proteger idosos vulneráveis e as pessoas imunocomprometidas é ficar longe delas até que o risco desapareça.