No armário do Vaticano Chega às livrarias em julho, pela Companhia das Letras, o polêmico livro “No Armário do Vaticano”, do francês Frédéric Martel. A obra é baseada em quatro anos de pesquisa e se tornou bestseller do New York Times ao detalhar a vida dupla de clérigos, incluindo escândalos sexuais encobertos pela Igreja e homofobia institucionalizada.

O livro diz que Alguns dos clérigos mais antigos da Igreja Católica Romana que atacaram ferozmente a homossexualidade são homossexuais. O jornalista autor do livro afirma que 80% dos padres que trabalham no Vaticano são gays, embora não necessariamente sexualmente ativos.

Martel afirma que sua obra é um "relato surpreendente de corrupção e hipocrisia no coração do Vaticano". Em quatro anos de pesquisa, ele realizou 1.500 entrevistas. Entre seus interlocutores estão 41 cardeais, 52 bispos, 45 embaixadores papais ou oficiais diplomáticos, 11 guardas suíços e mais de 200 padres e seminaristas, segundo o site Tablet, especializado na cobertura sobre a Igreja Católica.