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Dia do consumidor: o que fazer para não cair em golpe financeiro pela internet A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e o Serviço de Proteção ao Crédito identificaram através de estudo recente que o número de inadimplentes cresceu 1,38% em janeiro deste ano, comparando com mesmo período de 2019. Com base no levantamento, cerca 61,3 milhões de pessoas estão incluídas em registros de devedores, o que representa aproximadamente 39% da população adulta do Brasil.

O valor médio das dívidas está em R$3.226. Os principais motivos que causam essa situação são: alta taxa de desemprego, diminuição da renda familiar, descontrole financeiro individual e empréstimos de nomes para terceiros. Com isso, o cidadão que deseja sair desse incômodo muitas vezes recorre a empréstimos pessoais e muitas vezes por não analisar a empresa, o corretor, que apresenta uma proposta, gera uma complicação maior: se torna vítima de golpes financeiros.

No dia do Consumidor, que acontece no próximo domingo, muitas empresas usam a data para orientar e fidelizar seus clientes. De acordo com Rogério Cardozo, diretor executivo da Simplic no Brasil, estar à disposição para atender, tirar as dúvidas e manter uma comunicação clara é fundamental principalmente na área de crédito, evitando problemas como o endividamento.

Para evitar que esses problemas aconteçam é necessário que o consumidor desconfie de empresas, instituições e fintechs que não avaliam os dados pessoais do cadastrante. “Elas precisam saber se o requerente tem condições de arcar com o pagamento das parcelas. Além disso, o cliente não deve efetuar depósitos antecipados para garantir a liberação do crédito, empresas credoras idôneas não tem essa prática” explica.

Recomenda-se também verificar a imagem que a empresa possui no site Reclame Aqui e se ela pressiona para que feche o negócio rapidamente alegando ter uma baixa taxa de juros. “É importante que o interessado veja o que os clientes estão falando na internet e que não se sinta pressionado, já que é ele que tem a necessidade” afirma Rogério.