Não à mudança de gênero

Recentemente, o Papa Francisco voltou a rejeitar a ideia de que as pessoas podem escolher ou mudar seus gêneros, insistindo que homens e mulheres são o complemento bíblico entre si para criar filhos.



O documento do texto divulgado pelo Vaticano na semana passada, "Homem e mulher que ele criou", tem como objetivo ajudar professores católicos, pais, estudantes e clérigos a abordar o que a Congregação para a Educação Católica do Vaticano chamou de "crise educacional" no campo da educação sexual.



O papa repetidamente argumentou a posição de que as pessoas não podem escolher seus gêneros. O documento representa a primeira tentativa de colocar a posição do Vaticano, articulada pela primeira vez pelo papa Bento XVI em um discurso de 2012, em um texto oficial abrangente.



Apelou para uma nova aliança entre famílias, escolas e sociedade para oferecer uma "educação sexual positiva e prudente" nas escolas católicas, para que as crianças aprendam a "plena verdade original da masculinidade e feminilidade".



O artigo chamou a fluidez de gênero de um sintoma do "conceito confuso de liberdade" e dos "desejos momentâneos" que caracterizam a cultura pós-moderna.



Ele rejeitou termos como "intersex" e "transgênero" e disse que o propósito da "complementaridade" biológica dos órgãos sexuais masculinos e femininos era garantir a procriação.