Evidências da ressurreição "Se Cristo não ressuscitou vã é a nossa fé"
1 Coríntios 15:14
Nada é mais importante para nós cristãos que a ressurreição de Jesus. Durante mais de 2000 anos, tentaram de todas as formas desacreditar esta ressurreição e jamais conseguiram. Assim, desejo apresentar 10 argumentos apologéticos em favor da ressurreição de Cristo; que como já disse, é o tema central de todo o cristianismo.

• A Bíblia como livro histórico: as Escrituras não são tão somente um compêndio de teologia e doutrinas, elas também se referem diretamente a história da humanidade, de modo que os acontecimentos ali narrados são eventos reais. Se pegarmos o prólogo de Lucas ao seu evangelho (Lc 1:1-4) vemos como o evangelista é claro em afirmar o seu grande trabalho de pesquisa, e seu objetivo em trazer um relato buscado com testemunhas oculares dos eventos (o exemplo clássico é que Lucas conversou diretamente com Maria a cerca dos eventos da infância de Cristo). Nesse sentido, ele irá datar os eventos que contextualizam o nascimento de Jesus (Lc 2:1-2): durante o império de César e Quirino. Portanto a historicidade da Bíblia é inegável e seu relato é por si só válido como referencial.

• O não reconhecimento inicial das testemunhas: quando Jesus se apresenta ressurreto as mulheres no túmulo em João 20:11-14, posteriormente aos discípulos na praia (Jo 21:1-4) e aos discípulos no caminho de Emaús (Lc 24:13-25), nessas três situações nenhum deles reconheceram a Jesus. Isso faz calar o argumento de que os seguidores de Jesus queriam tanto vê-lo vivo, que devido a carga emotiva que sentiam, foram capazes de imaginá-lo vivo. É evidente que o ocorrido foi justamente o oposto radical, os discípulos e as mulheres estavam em um luto tão profundo que foram incapazes de o reconhecer estando vivo. Logo a versão que diz que Cristo era uma alucinação, é uma falácia. Sem entrar nas considerações psicopatológicas que tornam impossível uma alucinação visual tão elaborada (a menos que todos tivessem um tumor cerebral ou demência por corpos de Levi, que obviamente não era o caso).

• A fragilidade do argumento de autoridade confirma a veracidade do relato: esse ponto é uma derivação do anterior. Ora, se João quisesse deturpar os acontecimentos ou forçar os fatos ele jamais iniciaria a descrição dos primeiros aparecimentos de Jesus ressuscitado com dúvida dos que o viram. Muito simples: se eu quero te convencer que hoje eu vi um anjo na minha sala, eu irei te dizer que vi, mas que meu pai também viu, minha mãe também e até meus irmãos; eu jamais diria “olha eu vi sim um anjo, mas meu pai quando olhou ficou em dúvida, minha mãe não teve certeza, meus irmãos não o reconheceram”, isso tudo iria contra meu intento de provar que vi um anjo. Como os evangelistas expõem esse primeiro não reconhecimento, é claro o compromisso deles com a narração verídica e sem alterações dos fatos. Eles não precisavam aumentar ou forçar nada para que fosse crido que Jesus ressuscitou.

• O testemunho das mulheres: as primeiras pessoas que viram Jesus ressuscitado foram às mulheres. Caso tudo não passasse de um mito, jamais mulheres poderiam ser as primeiras testemunhas, pelo simples fato de que caso houvesse um julgamento elas não poderiam depor em favor da ressurreição, visto que mulheres não tinham voz em um tribunal. Logo seria um erro estratégico absurdo, inconsistente com toda a profundidade dos ensinamentos do próprio Jesus, aparecer primeiro a mulheres; a menos é claro, que o tal relato seja justamente a verdade e não uma invenção literária, que obviamente é o fato, visto Jesus ter ressuscitado.

• O selo quebrado: Mateus 27:60-62 nos mostra que os sacerdotes preocupados que pudessem roubar o corpo de Jesus pediram a Roma uma escolta para o túmulo, o que foi concedida por Pilatos, que além de enviar soldados, selou a entrada. Isso significa que o emblema de Roma estava posto na entrada do túmulo e a violação deste significava

Celebremos! Jesus ressuscitou e vivo está!
Pense nisso, porque É De Deus.

Coautor: Dr. Yehudi Martins (Médico- Psiquiatra)

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