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Anayle Sullivan: vitória do povo de Deus no Réveillon de Copacabana

Anayle Sullivan hoje pode glorificar o nome de Deus por ter sido usada por Ele para que a música gospel, pela primeira vez, estivesse na maior festa da virada do mundo, o Réveillon de Copacabana, que este ano teve um público recorde de 2,9 milhões de pessoas. Após enfrentar a insatisfação da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos que recorreu à Justiça do Rio de Janeiro para impedir a apresentação, sob a argumentação de que o evento feria o princípio da laicidade do Estado, Anayle teve sua apresentação garantida pelo Supremo Tribunal Federal. Membro da Igreja Sara Nossa Terra e esposa de um dos maiores compositores da Música Popular Brasileira, Michael Sullivan, a cantora e compositora falou com exclusividade ao Melodia News. Confira a entrevista.



A apresentação no Réveillon de Copacabana pode ser considerada uma vitória não apenas sua, mas para a música gospel?

Sim! Tudo que Deus prepara para o seu povo, é uma vitória. Não devemos pensar que a força é nossa. Não é pela nossa capacidade que nossos anseios serão realizados. Todas as nossas vitórias, as vitórias do povo de Deus, devem, e por mim em todo tempo, ser atribuídas a Deus. Porque é Deus que nos prepara para a guerra, para correr e nunca nos cansarmos. Ele que prepara o final vitorioso após cada luta. Além disso, algo muito importante a se ressaltar, é que essa situação fez com que fosse aberto um espaço, um precedente para a música gospel. A decisão do STF virou uma jurisprudência, pois caso alguém “amanhã” entre contra uma apresentação do gospel, este precedente foi aberto para a honra de Deus! Hoje podemos dizer que a música gospel se apresentou no palco de Copacabana.



Diante da conquista da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos na Justiça do Rio de Janeiro para que não houvesse espaço para a música gospel na festa da virada, você chegou a desanimar?

Nunca! Eu sei em quem tenho crido. Eu sei quem me chamou. E jamais vou cancelar nada ou agir sem equilíbrio em situações que Deus me permitir viver pelo sangue de Jesus. Claro que a tormenta veio, os ventos de doutrina vieram, as mentiras surgiram, os falsos testemunhos e/ou perseguição aconteceram para deixar a peleja dificultosa e bem dolorida, mas quanto mais eu sentia essa pressão da perseguição, mais sabia que estava andando atrás de Jesus. Eu sabia que estava indo no caminho certo, porque esse tipo de oposição contra a obra de Deus é real. Assim como os discípulos no livro de Atos, as oposições contra a obra de Davi, contra a obra de Neemias... Oposições ao projeto de Deus sempre existiram. Então nós que professamos o nome de Jesus e estamos na obra, sabemos que pelo Senhor nós sofremos as perseguições. Essa luta me deu ainda mais a certeza que eu estava no caminho certo.



Como você descreve a sua apresentação em Copacabana?

Em todo tempo entendi que essa apresentação era uma ação Evangelística do Corpo de Cristo, e que Deus havia me levantado como missionária ministra de louvor. O intuito não foi mostrar o meu trabalho, mais sim falar e louvar a Jesus. Seja com louvores mais recentes, ou com louvores que estão na história da Igreja, ou com louvores que o Senhor me deu. Pedi a Deus cada louvor a ser ministrado aos corações e o tempo apropriado. Cantei por 50 minutos, quase 1 hora. Os louvores foram: “Agnus Dei” (inglês e português), abertura; “Galileu”; “Porque Ele vive”; “Socorro Deus”; “Deus da minha vida; “Essa casa é sua”; “Se Deus é por nós” (Anayle Sullivan); “Eu quero é Deus”; “O amor tem um nome (inédita Anayle Sullivan); “Jesus te ama”, (remix – Anayle Sullivan); “Mil graus” e “Faz um milagre em mim”.





Como tem sido a repercussão da sua apresentação na maior festa da virada do mundo?

Como foi abençoadora essa experiência em doar a si, em estar em obediência, em empunhar-se de nossos instrumentos, e então ser poderosamente instrumentalizada para servir ao Senhor! Vi vidas que foram alcançadas; vi pessoas tendo um encontro com Jesus; vi e tenho testemunhos em vídeo de almas se reconciliando com o Senhor; vi em todo tempo Jesus à frente e um cordão de fogo do alto nos cercando. E como é maravilhoso ver a música gospel nos palcos dos principais eventos do Brasil e, principalmente, no palco de Copacabana, que o é maior Réveillon do Brasil e um dos maiores do mundo, com recordes de público de 2,9 milhões de pessoas e onde nunca havia antes na história daquele palco, a adoração e o louvor a Deus. Foi tremendo! Agradeço a Deus por Ele sempre me levantar para entrar pelo nome Dele em portas que antes estavam fechadas. Assim foi na Warner Music, assim foi no palco de Copacabana.



Como e quando iniciou seu ministério?

Eu aceitei a Jesus em 2004, e o Senhor me deu o primeiro ministério para cuidar, que foi minha família. Depois o Senhor me permitiu fazer canções para Ele, para outros cantores gravarem. E tenho mais de 200 canções gravadas para o Senhor, muitos pelos cantores da Graça Music do Missionário R. R. Soares. Ele me chamou para a obra, para mostrar louvor no ano de 2015, no qual saiu o meu primeiro CD pela Sony Music e o segundo em 2017 pela Warner Music. 



E a vida em família, o início de tudo com o músico Michael Sullivan. Como conheceu seu marido?

Aos 15 anos comecei a fazer aula de canto lírico e aos 17 anos recebi uma proposta para fazer um musical na Itália. Minha mãe que iria sofrer muito com a minha partida decidiu procurar o Michael Sullivan, para então ver a possibilidade de gravar e iniciar um projeto musical que me deixasse no Brasil assim que eu fosse maior de idade. E, aos 18 anos, minha mãe chegou até o Sullivan por meio de um amigo compositor, Cacá Moraes. Fiz algumas demonstrações e o Sullivan me apresentou para a gravadora que logo me contratou. Então não fui para a Itália, porque Deus tinha outros planos para mim. Eu aceitei Jesus aos 18 anos e não segui com o contrato dentro da gravadora que já estava com música em novela da TV de maior audiência no Brasil. E assim ganhei a minha salvação, porque de nada adiantaria ganhar o mundo. O Sullivan já tinha aceitado a Jesus e juntos começamos ir à igreja, onde me batizei e segui nos caminhos do Senhor. Dois anos depois, estávamos orando e vimos que o Senhor tinha planos para nós enquanto metade um do outro. Casamo-nos, temos dois filhos. Michael de 13 anos e Levi de 8 anos e quase 19 anos de caminhada juntos. E eu e minha casa servimos ao Senhor.



Sua formação musical foi construída ao longo de todos estes anos. Fale um pouco sobre ela.

Já são quase 18 anos que trabalho com grandes produtores e compositores, além de parcerias com importantes nomes da música brasileira e mundial. Tive a grande bênção de ter toda a minha formação musical com pessoas de excelência na área. Meu primeiro disco, por exemplo, já conta com uma com Daniel Jobim. Tenho composições com ele e com mestres como Carlos Colla que é um compositor grandioso dentro da MPB. Além de tudo o que o meu esposo me ensinou, claro! Ele é minha referência. Meu esposo é o segundo compositor a ingressar no Latin Songwrites Hall of Fame, que é uma Academia dos maiores compositores latinos no mundo. Aprender com ele foi e tem sido algo fenomenal. A questão de estúdio, o Sullivan também me ensinou muito. Produção, direção, como cantar, os tons, a concepção e a criação de todo um arranjo musical. Nos trabalhos dele, o Sullivan me chama para fazer a direção e a concepção com ele de arranjo e criação. Realmente é uma grande bênção.

Tive a honra de ter composições gravadas pelo grande Raimundo Fagner que gosta muito do meu trabalho. Parcerias com Celso Fonseca. Composições que foram gravadas pelo Leonardo (da dupla Leandro e Leonardo). Coisas que aconteceram lá trás e que foram fundamentais para a minha formação e bagagem. Fora em estúdio, vendo de perto mestres como Mariozinho Rocha, grande produtor musical. A música é algo que habita em mim, na minha casa, e o Senhor me permitiu estar ao lado destes grandes profissionais para aprender. Fora as passagens em estúdio e as aprendizagens que tive com grandes cantoras como Alcione, por exemplo. Entre outras grandes intérpretes como Rosanna e a cantora e compositora Erika Emder,  que têm uma voz incrível, sabem como usá-la. Tive o privilégio também de fazer dois anos de canto lírico com a querida e competente Vera do Canto e Mello. Professora de canto com experiência e carreira internacional. O primeiro disco que gravei para o Senhor foi com toda essa bagagem, para honra e glória Dele!

Este ano, o Missionário R. R. Soares e o Davi Soares lançam discos cujas canções são de autoria do Sullivan, minha e do Missionário. Aguardem!



Você poderia citar algum testemunho de vida tocada por sua música?

Essa oportunidade de responder tanto me alegra! Têm muitos testemunhos de pessoas que foram socorridas de cometerem suicídio. Testemunho de um senhor que já estava virando andarilho e ouviu a canção “Socorro Deus” no rádio. Ele fez um propósito com o Senhor, que quando ele acabasse de escrever a letra inteira desse louvor no papel, ela faria então essa oração e iria para a casa do Pai. Hoje ele está firme com a família e sua vida firmada em Cristo. Testemunho de uma linda menina, que estava na UTI se recuperando de uma grave lesão renal e na UTI ela louvava em alta voz “Socorro Deus”, além de ser socorrida, outras vidas também foram socorridas em nome de Jesus. Todo tempo os testemunhos vêm, porque a obra de Deus não para.



Quais as expectativas para 2020?

Se você está em Cristo, pode esperar grandes coisas de Deus no ano de 2020 e para sempre! Mas vou pontuar por como viverei 2020: pela misericórdia, pela graça, pela bondade, pela força de Deus. E continuarei vivendo de milagre em milagre. O senhor me deu novos louvores e expandiu muito mais os horizontes no meu ministério. Grandes coisas Deus têm feito e fará, estou verdadeiramente amparada pelas bênçãos de Deus. E vamos continuar firmes até a volta do nosso Salvador Jesus.





Você pode conhecer mais sobre o ministério de Anayle Sullivan nas plataformas:



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