China deve reescrever a Bíblia e o Alcorão seguindo sua ideologia comunista Embora nenhum livro específico tenha sido mencionado, os oficiais do partido pediram uma "avaliação abrangente dos clássicos religiosos existentes, visando conteúdos que não estão de acordo com o progresso dos tempos".

Relatórios dizem que a China, que critica a Bíblia, quer que todas as principais religiões revisem seus textos sagrados e os adaptem à "era do presidente Xi Jinping".

A China reconhece oficialmente todas as religiões, mas o país é conhecido por seu culto de vigilância e policiamento do “Big Brother”.

Pequim destaca que "as parábolas de Jesus Cristo" terão que se alinhar "com o Partido Comunista, na falta de risco de serem expurgadas das Bíblias disponíveis para os fiéis".

A Bíblia e o cristianismo aparentemente não estão sozinhos ao serem alvejados, com as autoridades focando suas visões em todas as principais religiões, exigindo uma "sinicização" do Alcorão e dos sutras encontrados no budismo.

As autoridades aparentemente querem "uma reavaliação completa das traduções existentes de clássicos religiosos".

Se alguns textos não confirmarem, terão que ser "modificados e traduzidos novamente".

Os representantes das várias religiões praticadas na China foram recentemente convocados para uma reunião para discutir o plano.

Controlar e censurar a religião não é novidade no país comunista, com um retrato da Virgem Maria sendo substituído em uma igreja católica por um de Xi Jinping.