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Colunista de O Globo desrespeita Jesus e ataca governo federal O Natal, quando cristãos de todo o mundo se reúnem para celebrar o nascimento de Jesus Cristo, é uma data simbólica. Afinal não há registros exatos sobre o dia exato em que Maria deu à luz o Filho de Deus. Mas uma coisa é certa, o 25 de dezembro tem incomodado cada vez mais pessoas que insistem em desrespeitar a fé cristã.

Depois da polêmica envolvendo o canal Porta dos Fundos e a Netflix, agora é a vez do colunista Cacá Diegues do jornal O Globo atacar os cristãos às vésperas do Natal. Em texto publicado neste domingo (15), em que defende uma empresa privada e ataca friamente o governo federal, Cacá Diegues ainda encontrou espaço para uma blasfêmia contra Jesus.

“Cerca de dois mil anos atrás, um menino revoltou-se contra o ímpio comércio no templo e aprontou contra os vendilhões. Segundo os registros da época, o pirralho se chamava Jesus e tinha 12 anos de idade, quatro a menos que a pirralha Greta, aquela a quem a imprensa dá tanta importância”, escreveu ofendendo e ainda errando a idade de Cristo a época.

Qualquer um que se disponha a ler um dos quatro Evangelhos saberá que Jesus não tinha 12 anos quando expulsou os vendilhões do templo. A comparação feita pelo colunista e cineasta entre a figura divina de Jesus e a humana da menina Greta, badalada ativista ambiental dos movimentos de esquerda, expõe ainda mais a falta de entendimento que o desabilita a fazer tal comparação.

No artigo “O Risco da Democracia”, Cacá Diegues ainda falou que Bolsonaro deveria preferir se reunir com gente como a Greta, ao invés de líderes árabes, a quem chamou de assassinos, ou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Digues acha mais importante que o mandatário brasileiro abra mão de encontros com líderes internacionais para dar ouvidos a outras ideias, “mesmo que pareçam loucas”.

Recentemente, em entrevista ao Diário de Pernambuco, o diretor do filme Deus é Brasileiro declarou que não é religioso, nem ateu. Diegues disse que não discute as questões de Deus. Ele chegou a dizer que “perseguir religião é uma das coisas mais sórdidas que existem no mundo”. Mas apenas citou as religões de matriz africana. “Maltratar candomblé, como feito no Rio de Janeiro, é absurdo: traficante está sendo levado a destruir terreiros nos morros. Um absurdo total”, disse ao jornal pernambucano.