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Fotógrafa escandaliza com painel de Adão e Eva gays em igreja

A obsessão de muitos líderes cristãos com a "inclusão" trouxe a política sexual e seus ativistas para a igreja, impedindo muitos que buscam uma solução simples para sua fé, e não representações de sexo gay no altar.

O declínio no número de membros da Igreja da Suécia deve acelerar este advento, graças a um local de culto em Malmo, que decidiu agradar a comunidade LGBT, sem a preocupação em ofender os cristãos em outros lugares.

No primeiro dia da temporada de Natal, a Igreja da Suécia decidiu colocar no altar uma pintura homoerótica que mostra gays e lésbicas em preto e branco, brincando nus. Trata-se de uma recriação da história de Adão e Eva, representados por um casal gay e uma serpente trans. A façanha é Elisabeth Ohlson Wallin, lésbica assumida.

Líderes religiosos ditos conservadores consideram que isso explique parcialmente porque em 1972 cerca de 95% dos suecos pertenciam à igreja, enquanto apenas 57% se identificaram com ela no ano passado.

Os líderes da igreja exaltam as virtudes do novo retábulo como um sinal de inclusão, permitindo que mais pessoas identifiquem sua posição dentro desse ramo específico do cristianismo.

Ohlson é uma fotógrafa e artista sueca. Em seus trabalhos provocativos, ela frequentemente fotografa representantes de minorias. ‘Ecce homo‘, por exemplo, ilustrou Jesus ao lado de travestis e transexuais.

“No domingo, a história é escrita. A única obra de arte LGBT no altar da Suécia (Elisabeth Ohlsson Wallin), na igreja de St. Paul em Malmö…Estamos tão felizes ou orgulhosos!”, tuitou Helena Myrstener, pastora da igreja de Malmö.

Contudo, algumas pessoas resolveram opinar, enfatizando que não se deve misturar religião com a liberdade artística.

“Existem muitos líderes esclarecidos na Igreja sueca que são contra toda essa loucura. Infelizmente, a Igreja está politizada – com almas saqueadas e outras pessoas resolvidas resistindo – espalhando sua praga por dentro. A igreja deve ser a casa do Senhor. Não é uma arena…Que Deus nos perdoe”, disse uma sueca.