Brasileiro tem cada vez mais contrariado o casamento pregado pela Bíblia “Aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne”. Assim está escrito na Bíblia, no livro de Mateus 19.4 e 5. Mas desde que o Conselho Nacional de Justiça, durante o governo Dilma Rousseff, em 2013, liberou o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, é cada vez maior o registro de uniões entre gays.

Dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (04) mostram que, no ano passado, esse tipo de união teve um crescimento de 61,7% em comparação com 2017.

Nas novelas, comerciais, em letras de músicas e outras mídias a promoção da união homossexual também não para de crescer. A afronta ao conceito de Deus sobre família vem de todos os lados e hoje podemos ver até alguns religiosos que se dizem pastores se rendendo à filosofia de que “toda a forma de amor” é válida.

Com isso, o casamento entre homem e mulher está ficando cada vez menos popular entre os brasileiros: em 2018, o número total no país caiu 1,6% na comparação com o ano anterior.

Os números do IBGE mostram que os ataques ao que está escrito na Bíblia em relação ao casamento também refletiram no número de divórcios. O levantamento do IBGE mostrou um aumento de 3,2% do número de divórcios realizados no país em 2018 na comparação com o ano anterior. Foram realizados 385.246 divórcios, cerca de 12 mil a mais que em 2017. Em média, equivale dizer que foi registrado um divórcio a cada três casamentos.

A preocupação daqueles que realmente são comprometidos com a Bíblia não está em “afrontar” os gays. Mas em compartilhar com eles a verdade que liberta, que é Jesus Cristo. Se os amamos, não podemos permitir que caminhem a passos largos para o inferno, que é para onde a Bíblia diz que irão todos os efeminados.

“Não vos enganeis; nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbedos, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.” 1Coríntios 6.9 e 10.