Pastor reclama de discriminação após realização de casamento gay Desde que realizou o casamento entre dois homens, Geraldo Segreto e Hugo Juliani, pastor Márcio Pôncio diz ter sido vítima de discriminação até mesmo dentro de sua igreja, a comunidade Pentecostal Anabatista, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Os fiéis e líderes religiosos de outras igrejas, segundo relatos do pastor ao jornal O Dia, o acusam de cometer “pecado explícito” por apoiar o matrimônio de Hugo e Geraldo.

Para os membros de outras comunidades, o trabalho de um pastor deve ser “agradar a Deus acima de todos”. Ao realizar o casamento, segundo eles, o pastor estaria em desacordo com essa premissa.

Em sua defesa, Márcio Pôncio disse que preza pela obediência e que antes de realizar o casamento consultou seu mentor e pastor presidente, que pediu a ele que seguisse seu coração.
Outro fato que causou indignação em relação ao casamento, foi que a esposa de Pôncio, Simone, aceitou o convite para participar de um ensaio seminua, ao lado do casal, com intuito de “se despir de todo o preconceito”.

Muitos foram os comentários negativos pela atitude tanto do pastor, quando da pastora.

Uma seguidora lembrou o que diz Mateus 7.22 e 23, “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’.