O último Uma carreata com cerca de 300 táxis seguiu da Assembleia Legislativa de São Paulo, onde o corpo do apresentador Gugu Liberato foi velado, até o Cemitério Gethsêmani do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. O corpo de Gugu foi levado por um caminhão do Corpo de Bombeiros e passou por vias importantes da capital paulista. A pedido da família, o sepultamento também foi aberto ao público, assim como o velório.

Além de seguir o cortejo, os taxistas enviaram para o velório um táxi feito de bexigas, que foi colocado na rampa de acesso ao salão onde o corpo do apresentador foi velado. Uma homenagem àquele que deu visibilidade na TV a essa classe trabalhadora com o quadro Táxi do Gugu.

Durante o trajeto, os taxistas levaram passageiros que queriam ir para a cerimônia de sepultamento. Mas não cobraram passagem.

Familiares e amigos mais próximos deram o último adeus em meio ao grito de “Força, família”, entoado pelos fãs que acompanhavam a cerimônia. O irmão de Gugu, Amandio Liberato, acompanhou tudo de longe, sentado em um banco e visivelmente abatido.

O cortejo em carro do Corpo de Bombeiros chegou ao cemitério por volta das 11h15, uma hora e vinte minutos depois de deixar a Alesp. João Augusto Liberato, o primogênito, fez o percurso no carro dos bombeiros.

No cemitério, centenas de fãs aguardavam para dar um último adeus. Enquanto a urna funerária seguia em direção ao jazigo, o público entoava o canto de “ei, Gugu, já disse que te amo hoje?”, que se tornou popular nas homenagens póstumas ao apresentador.