Prefeitura do Rio retira cabine de pedágios da Linha Amarela

Equipes da prefeitura do Rio retiraram as cancelas das cabines de cobrança de pedágio da Linha Amarela. Equipes da RioLuz também estiveram no local na noite deste domingo (27) para cortar o fornecimento de energia das cabines. 



De acordo com uma nota da prefeitura, houve o "rompimento unilateral do contrato de concessão da Linha Amarela com a Lamsa, concessionária que administrava a Via Expressa.



Os dois sentidos da via já estão liberados, sem a cobrança de pedágio que era de R$ 7,50.



Veja nota da prefeitura:



A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro notificou neste domingo, 27 de outubro, o rompimento unilateral do contrato de concessão da Linha Amarela à Lamsa, que administrava a via expressa. A primeira determinação do prefeito Marcelo Crivella foi a derrubada de todas as cancelas que impediam a passagem dos veículos sem que houvesse o pagamento de pedágio.



A medida já havia sido publicada no Diário Oficial de sexta-feira,25 de outubro, e a notificação garante o fim imediato da concessão. A administração da Linha Expressa passa para a Secretária Municipal de Transportes.



Durante a operação ainda foram descaracterizadas as cabines de cobrança, com desligamento de energia pela RioLuz, e sensores e câmeras foram inutilizados.



A Justiça concedeu, agora pela manhã, uma liminar suspendendo os efeitos da decisão da Prefeitura do Rio de cancelar o contrato de concessão com a concessionária que administra a Linha Amarela, restabelecendo o direito à cobrança de pedágio nos dois sentidos da Via e determinando que o Município interrompa, imediatamente, a destruição da praça do pedágio.



De acordo com a decisão da juíza do plantão judiciário, Lívia de Castro, caso essa destruição já tenha sido integralmente consumada, será cobrada uma multa de R$ 100 mil por dia que a Lamsa ficar impedida de atuar.



Por hoje é praticamente impossível a cobrança retornar, já que as cabines de pedágio foram destruídas.