China prende pastores e destrói igreja com capacidade para 3 mil membros A República Popular da China destruiu uma igreja que supostamente poderia acomodar 3.000 pessoas e deteve seus pastores, de acordo com uma organização de direitos humanos.

A China Aid, um grupo internacional de direitos humanos cristão sem fins lucrativos baseado no Texas/EUA, relatou o incidente em um comunicado divulgado no sábado (19). Segundo o grupo, as autoridades chinesas não forneceram documentos legais para justificar a demolição.

A igreja estava localizada em Funan, província de Anhui. Seus pastores, Geng Yimin e Sun Yongyao, foram detidos sob suspeita de "reunir uma multidão para perturbar a ordem social".

O presidente da China Aid, Bob Fu, disse em comunicado que o incidente foi "mais um exemplo claro que mostra a escalada da perseguição religiosa hoje pelo regime comunista chinês".

Embora a perseguição da China a grupos religiosos exista há muitos anos, recentemente sob o presidente Xi Jinping ocorreu uma onda de repressão às práticas religiosas no país.

O governo comunista destruiu ou danificou várias igrejas, refletindo preocupações sobre o aumento da população cristã do país.

No verão, a Igreja True Jesus, na província de Henan, foi arrasada. Policiais teriam arrastado todos os crentes da igreja antes de demolir a propriedade.

No mês passado, os Dez Mandamentos foram removidos de quase todas as igrejas e locais de reuniões, sendo substituído pelas citações de Xi Jinping como parte dos esforços do Partido Comunista Chinês para reprimir o cristianismo.