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Igrejas recusam ministros homossexuais Três igrejas na Escócia estão sendo acusadas de praticar “discriminação” por conta de orientação sexual. O fato ocorreu depois que as igrejas de Glencairn, Moniaive e a de Dunscore, resolveram não aceitar líderes homossexuais.

Essas três congregações tinham em comum a liderança do mesmo ministro. Todavia, ele se aposentou. Precisando de um novo líder, às igrejas abriram um processo de seleção para ministros, mas levando em consideração a possibilidade do futuro líder ser um homossexual.

A congregação de Dunscore se posicionou de forma favorável, enquanto que Glencairn e Moniaive discordaram, afirmando que não há base bíblica para tal decisão, confirmando também as regras da Igreja da Escócia.

Nas redes sociais, alguns internautas se manifestaram criticando a oposição das igrejas, dizendo que elas fazem “discriminação” por não aceitarem homossexuais como ministros.

Apesar de haver a ideia de que a pregação religiosa não será prejudicada, na prática, não é isto o que acontece, especialmente porque a liberdade religiosa não é exercida apenas dentro dos templos, mas também no dia a dia dos cristãos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o casal Carl e Angel Larsen, proprietário da empresa Telescope Media Group, entrou em uma batalha judicial por suas liberdades civil e religiosa. Eles foram acusados de “discriminação” porque se recusaram a filmar um “casamento gay”.

Carl e Angel afirmaram que não poderiam fazer esse trabalho porque isso iria de encontro aos seus valores cristãos, visto que estariam colaborando para a realização de algo que a Bíblia Sagrada condena.

Ou seja, se os homossexuais querem ser reconhecidos, os cristãos também querem que suas convicções sejam respeitadas.