Polícia Civil investiga se  incêndio na estação Mato Alto do BRT foi criminoso A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu uma investigação para saber se o incêndio na estação Mato Alto do BRT, zona oeste da capital fluminense, foi criminoso. A parada, uma das mais movimentadas do Corredor Transoeste, foi parcialmente destruída pelo fogo na noite dessa quarta-feira (06), junto com um dos ônibus articulados. Não houve feridos.

No começo desta manhã desta quinta-feira (07), todas as linhas se concentraram no módulo parador, que não foi atingido pelo fogo. Mas isso causou um grande engarrafamento de articulados e o ponto dos veículos expressos mudou para numa calçada ao lado da estação.

Esta semana, a Polícia Civil concluiu que dois incêndios ocorridos em abril teriam sido causados por ação humana intencional. O secretário municipal de Ordem Pública, Brenno Carnevale, lembrou que outro veículo pegou fogo na segunda-feira (04), em Santa Cruz, também na zona oeste. A prefeitura aguarda o fim das investigações da Polícia Civil.

Operação especial
A Secretaria Municipal de Transportes e a Mobi-Rio montaram um esquema especial para atender a população na manhã dessa quinta-feira na estação Mato Alto do BRT Transoeste.

Todos os serviços estão mantidos. Houve reforço do serviço “diretão” Mato Alto – Alvorada, com operadores na estação para orientação aos usuários.

Além disso, a linha SP 803, que faz o trajeto Bangu x Sulacap, foi estendida até Campo Grande. Desta forma, os usuários de Campo Grande com destino ao Recreio e à Barra poderão pegar esta linha como opção, integrando com o BRT Transolímpica no Terminal Sulacap.

A prefeitura do Rio já iniciou os serviços de limpeza e os reparos necessários para a retomada das operações. A estimativa é que o módulo atingido pelo incêndio seja reaberto em até 15 dias.