Ben Stiller visita Polônia para levar apoio a refugiados ucranianos O ator, diretor e produtor Ben Stiller se uniu ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados para reforçar e ampliar o apoio aos que fogem da Ucrânia em meio à guerra em curso no país motivada pela invasão russa.

Em um post no Instagram compartilhado no sábado (18), o astro de “Uma Noite no Museu” compartilhou que está atualmente na Polônia, onde está trabalhando com a agência. "Acabei de chegar à Polônia com a ACNUR, para conhecer famílias cujas vidas foram dilaceradas pela guerra e violência na Ucrânia", escreveu ele. "Milhões foram forçados a fugir de suas casas com mais de 90% sendo mulheres e crianças."

Eu sua rede social, o ator-produtor também descreveu a viagem como uma oportunidade de aprender e compartilhar histórias sobre os impactos da guerra.

"Estou aqui para aprender, compartilhar histórias que ilustram o impacto humano da guerra e para amplificar os apelos por solidariedade", disse ele. "Espero que vocês acompanhem e compartilhem suas próprias mensagens de apoio, para as pessoas que fugiram de suas casas na Ucrânia e para as pessoas que foram forçadas a fugir por todo o mundo."

Stiller terminou a mensagem com uma nota: "Todo mundo tem o direito de buscar segurança. Quem quer que seja, onde quer que seja."

Ele agora está entre um grupo da indústria que usou sua plataforma para chamar a atenção para a guerra - que começou no final de fevereiro - e as várias crises humanitárias que estimulou dentro e ao redor da Ucrânia. Angelina Jolie visitou a cidade de Lviv em abril, onde o enviado especial da ACNUR se reuniu e falou com pessoas deslocadas pela guerra em uma estação de trem.

Sean Penn, que estava no país para filmar um documentário sobre a invasão russa, esteve em contato direto com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, há meses e defendeu repetidamente o apoio dos EUA ao país. E a atriz ucraniana Mila Kunis arrecadou mais de US$ 36 milhões junto com o marido Ashton Kutcher através de uma campanha do GoFundMe (“vaquinha virtual”) que ambos lançaram para apoiar os esforços de ajuda humanitária e de refugiados no país.