Top Gun 2 estreia nos cinemas sob acusação de excesso de masculinidade

Top Gun: Maverick, continuação do filme que tornou Tom Cruise um dos mais famosos atores do mundo, chegou aos cinemas do Brasil nesta semana debaixo de uma polêmica: “excesso de masculinidade”. Em um mundo cada vez mais preocupado em defender as causas LGBTQI+ e o feminismo, a pauta heterossexual tem sido marginalizada.

A sequência do filme campeão de bilheteria em 1986 desagradou a alguns críticos, interessados mais no discurso identitário do que na produção em si.

"Lacradores" acusaram Top Gun: Maverick de ser uma ode à testosterona. Alguns chegaram a ver na aerodinâmica das aeronaves, semelhança com o órgão sexual masculino.

Apesar de dizerem que mulheres e homens são livres para usar o modelo e a cor que desejarem, feministas implicaram até mesmo com os figurinos do longa de Tom Cruise.

Na verdade, Top Gun: Maverick não passa de um filme para quem gosta de ação, independentemente de sua orientação sexual. O filme traz o veterano Tom Cruise como responsável pelo treinamento de jovens pilotos para uma missão quase impossível, envolvendo voos em baixa altitude, mísseis de alta precisão e um bunker que guarda material nuclear. É emoção nas alturas. E nada mais!